Já ouviu falar em inovação disruptiva?

Afinal, você sabe o real significado de inovação disruptiva?

Primeiramente, vamos ao entendimento dessas duas palavras.

Inovação, no dicionário, nada mais é que “ação ou efeito de inovar”. É qualquer tipo de modificação ou alteração de padrões anteriores. Atualmente, muito mais utilizado para ideias e invenções, principalmente no universo empresarial.

Já disruptiva, é o que tem a capacidade de interromper algo.

Assim sendo, quando unimos “inovação disruptiva”, entendemos como aquela que muda antigos modelos de negócios, transformando em um novo conceito, com o objetivo de tornar serviços e produtos muito mais atraentes.

Como surgiu o termo inovação disruptiva?

Esse termo foi utilizado pela primeira vez nos anos 90. Criado pelo professor Clayton M. Christensen, da Harvard Business School, em um estudo sobre os ciclos dos negócios.

Contudo, ele conseguiu transformar a ideia negativa que a palavra disruptiva possuía, para um conceito de mudança, destaque e liderança no mercado.

Mas por que estamos falando disso?

Como sempre citamos aqui, mudanças e transformações são necessárias, além de levar tempo e investimento.

Portanto, a ideia de inovação disruptiva no mundo empresarial, mostra que se você não for inovador, não desconstruir atitudes antigas, você ficará para trás no mercado.

Com o tempo, a tecnologia foi fundamental para gerar grandes revoluções no mercado.

Porém, muitos podem pensar que só investir em tecnologia já estarão inovando. Mas não é bem assim. 

De fato, a evolução da tecnologia deu um grande empurrão para empresas se inovarem. 

Veja grandes nomes que mudaram a concepção de seus segmentos, com a ajuda da tecnologia:

  • Apple: quando surgiram os primeiros computadores, só engenheiros conseguiam mexer neles. Além disso, eram máquinas enormes e extremamente caras. Somente universidades e grandes empresas os tinham.
    Steve Jobs deu um passo além. Percebeu a necessidade de inovar nesse universo e criou computadores pessoais, que fossem acessíveis ao bolso do consumidor e nas funcionalidades.
  • Netflix: liquidou o mercado de locadoras, com um novo formato e acessibilidade para assistir a filmes e séries, totalmente digital e pacotes únicos, competindo até mesmo com canais de televisão.
  • Wikipédia: quem viveu nos anos 90 e décadas anteriores, sabe muito bem como funcionavam as pesquisas, através de enciclopédias e livros enormes. Hoje em dia, uma breve busca no wikipedia e você tem informação para qualquer pesquisa.
  • Google: claro, o Google é considerado um dos maiores inovadores. Desbancando qualquer outro canal de busca, o Google é onde você encontra qualquer informação usando apenas palavras-chave. Como endereços, telefones de locais, ler notícias, tirar dúvidas sobre qualquer assunto, encontrar pessoas e muito mais.

Todos esses exemplos mostram que eles souberam aproveitar as novas tecnologias e criaram um novo modelo de negócio, de forma que atendesse as necessidades de seus consumidores.

Esse é o grande desafio da inovação disruptiva. Transformar padrões, ideias e modelos de mercado convencionais, em soluções e estratégias inovadoras.

E com as tecnologias e o digital impulsionando essas transformações, é possível turbinar ainda mais as inovações para produtos e serviços.

Além disso, você também pode achar interessante saber mais sobre o impacto da transformação digital no mercado. 

De nada adianta ficar parado em métodos tradicionais se você quer que sua marca se destaque no mercado. É hora de inovar.

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